Estava certa de que minha existência não entraria em contato com encanto maior. Sabe aquelas vezes em que você se sente uma Macabéia diante de um encanto que não pode ser tocado e você acaba achando que o tal, deveria estar guardado somente para exposição visual?
De repente você é acometida por um demônio libertário que não se sossega enquanto não derruba os costumes no estilo de “me dê um preconceito e eu faço a revolução”. Você é tomada por um espírito porra-loca, desses que o álcool leva a um estado de produção de um inconsciente feliz, aliás, alegria só está onde não se encontra vestígios de vergonha ou lucidez. É a própria criação de um inconsciente perene.
Não sei bem, mas na levada do pancadão opressor veio um sentir-se dubiamente feliz e revoltada, era um não sei quê de ser carregada pelo ritmo ao mesmo tempo em que a letra não permitia. Coisas de bêbados que pensam em fazer a revolução quando deveriam se divertir. Esse negócio de “álcool agiliza a revolução”, sendo levado a sério demais.
Só sei que foi “romancisco”, para usar um neologismo nosso, foi um “romancismo” às avessas, ele lá e ela chega com todo o cuidado possível e introduzir o MEUPAL nele, “vá com calma e não bebe essa tiquira toda”, disse preocupada. “Vou comprar uma cerveja e volto já”(tive sorte porque ainda estava lá, disseram-me. sorte?), e lá estava a esperar no papel invertido de dama, debaixo da lona do circo. Os dois vão beijar mesmo, a ordem de chegada pouco importa.
Entre clarões e apagões, as lembranças são de uma reconstituição q vai do hilariante a lembrança gostosa de ter sido dona das próprias vontades. Aquela noite de versão independente, como me refrescou um amigo, a presente autodenominação, só pode ter saído de uma cabecinha nonsense, mas que serviu muito bem para entender esse causo “friviante”, que de lembrar, o coração bóia numa espuma ácida. A acidez que dança entre a vergonha pudica e a vontade pura de ser feliz.
Causo de “friviar” as pernas e a pontinha do coração, sem nem sequer dispensar um olhar. Uma relação profunda, pro-funda de uma barraca que mal esperava o triste fim de uma embriaguez engraçada. É parte que faz duvidar da coragem humana de vencer a doença da existência e aceitar o eterno retorno nieztchniano. Ai, ai meu Deus, essa situação periclitante que nos persegue.
Só tenho uma coisa a dizer e uma outra a pensar, a dizer que ou se aceita a felicidade ou se rende à vergonha. Onde existe dignidade a alegria nem pára. Até por que já ouvi em uníssono coro (tão ritmado que se tivessem ensaiado não teria saído tão treinado), dos meus amigos m. ais sinceros que certas coisas pequenas assim, eu deixei nas margens da baía de Guanabara. Tanto quanto não dá para ser sincero sem ser ridículo, como prova o presente texto ridiculamente sincero. É tão verdade que nas tentativas inglórias de tirar à imagem de louca a pessoa sempre se afunda ainda mais em manicômio sem saída. Não sei se rabos de loucura que ficam nas conversas sem propósito, desse desproposital ciberespaço, são para ter um motivo para voltar ou se é realmente uma tonta esperança de se redimir. Mas, fica claro que é conversando que a gente se desentende e o que está feito, feito está. Ah o que eu tenho a pensa:
De repente você é acometida por um demônio libertário que não se sossega enquanto não derruba os costumes no estilo de “me dê um preconceito e eu faço a revolução”. Você é tomada por um espírito porra-loca, desses que o álcool leva a um estado de produção de um inconsciente feliz, aliás, alegria só está onde não se encontra vestígios de vergonha ou lucidez. É a própria criação de um inconsciente perene.
Não sei bem, mas na levada do pancadão opressor veio um sentir-se dubiamente feliz e revoltada, era um não sei quê de ser carregada pelo ritmo ao mesmo tempo em que a letra não permitia. Coisas de bêbados que pensam em fazer a revolução quando deveriam se divertir. Esse negócio de “álcool agiliza a revolução”, sendo levado a sério demais.
Só sei que foi “romancisco”, para usar um neologismo nosso, foi um “romancismo” às avessas, ele lá e ela chega com todo o cuidado possível e introduzir o MEUPAL nele, “vá com calma e não bebe essa tiquira toda”, disse preocupada. “Vou comprar uma cerveja e volto já”(tive sorte porque ainda estava lá, disseram-me. sorte?), e lá estava a esperar no papel invertido de dama, debaixo da lona do circo. Os dois vão beijar mesmo, a ordem de chegada pouco importa.
Entre clarões e apagões, as lembranças são de uma reconstituição q vai do hilariante a lembrança gostosa de ter sido dona das próprias vontades. Aquela noite de versão independente, como me refrescou um amigo, a presente autodenominação, só pode ter saído de uma cabecinha nonsense, mas que serviu muito bem para entender esse causo “friviante”, que de lembrar, o coração bóia numa espuma ácida. A acidez que dança entre a vergonha pudica e a vontade pura de ser feliz.
Causo de “friviar” as pernas e a pontinha do coração, sem nem sequer dispensar um olhar. Uma relação profunda, pro-funda de uma barraca que mal esperava o triste fim de uma embriaguez engraçada. É parte que faz duvidar da coragem humana de vencer a doença da existência e aceitar o eterno retorno nieztchniano. Ai, ai meu Deus, essa situação periclitante que nos persegue.
Só tenho uma coisa a dizer e uma outra a pensar, a dizer que ou se aceita a felicidade ou se rende à vergonha. Onde existe dignidade a alegria nem pára. Até por que já ouvi em uníssono coro (tão ritmado que se tivessem ensaiado não teria saído tão treinado), dos meus amigos m. ais sinceros que certas coisas pequenas assim, eu deixei nas margens da baía de Guanabara. Tanto quanto não dá para ser sincero sem ser ridículo, como prova o presente texto ridiculamente sincero. É tão verdade que nas tentativas inglórias de tirar à imagem de louca a pessoa sempre se afunda ainda mais em manicômio sem saída. Não sei se rabos de loucura que ficam nas conversas sem propósito, desse desproposital ciberespaço, são para ter um motivo para voltar ou se é realmente uma tonta esperança de se redimir. Mas, fica claro que é conversando que a gente se desentende e o que está feito, feito está. Ah o que eu tenho a pensa:
4 comentários:
vixe, entendi tim-tim por tim-tim, viu? (e vc sabe q não foi irônico, eu tava lá...hauahua)
olha, ri d+ e concordei com váaaaarias coisas... qualquer dia compartilho algo aqui tb, posso? rsrsrs
vou virar leitora disso aqui...
bjão sarinhaaaaaaaaaaaaaas!
|Hermínia
- Essas meninas invetam cada história.
- Mas é verdade oO
- :O
Temos uma mente muito criativa mesmo!
mas acredite, caro leitor, tudo é verdade!
acreditei
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